Ministro da Saúde: Israel trata o coronavírus com “maior gravidade”

Israel está tratando o surto do coronavírus “com a maior severidade”, disse o ministro da Saúde Yaakov Litzman à Ynet no domingo.


Litzman minimizou um relatório na publicação irmã de Ynet, Yedioth Ahronoth, de que não havia nenhuma política para verificar o vírus no Aeroporto Internacional Ben-Gurion.
O ministro disse que, enquanto Israel exige duas semanas de quarentena para suspeitos de vírus, ao contrário de outros países, os pacientes podem passar esse período em suas próprias casas e não em instalações médicas.
“Haverá supervisão [no aeroporto], mas não é certo que anunciaremos como isso será realizado”, disse Litzman.
“Vamos encontrar uma maneira de reforçar isso”, acrescentou.

Enquanto isso, dezenas de israelenses retornaram a Israel no domingo nos últimos dois vôos de Pequim autorizados a pousar em Ben-Gurion até novo aviso. Também nos vôos estavam funcionários da embaixada chinesa em Tel Aviv que tiveram permissão de entrar no país, desde que passassem o período de duas semanas em quarentena.

Israel suspendeu todos os vôos diretos para a China devido ao surto de vírus.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu alertou no sábado que seria “impossível impedir completamente” a entrada do coronavírus no país.
“Não estamos arriscando riscos desnecessários”, disse Netanyahu.

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