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Como conciliar fé e razão?

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Terceiro texto da série “Fé e Razão – Para tocar o Divino”, baseada nos ensinamentos do Rebe Menachem Mendel Schneerson e adaptados por Simon Jacobson para o livro “Rumo a uma vida significativa – A sabedoria do Rebe”.

Por: Simon Jacobson

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Embora algumas pessoas continuem a encarar a fé e a razão como adversários, a verdade é que a razão leva à fé e a fé leva à razão.

Utilizando a razão, podemos contemplar as maravilhas da criação de D’us e começar a reconhecer a amplitude do seu poder infinito. Mas a razão também nos leva a entender o limite do conhecimento humano e o quanto está além do nosso âmbito. Como escrevem os sábios: “O conhecimento supremo é saber que você não pode conhecer D’us”. Uma tal percepção, uma tal afirmação de confiança e de humildade, nos conduz ao limiar da fé verdadeira, pois a fé é o instrumento que utilizamos para alcançar a verdade que está além da que já conhecemos. Portanto, é a razão, em ultima análise, que ajuda a nos levar para a fé.

E a fé nos conduz à razão porque a fé em D’us nos impele a utilizar nossa razão, cada grama de inteligência e lógica que D’us nos deu, para internalizar e integrar nossa fé. D’us nos disse explicitamente que Ele quer que nós O conheçamos – apreender com nossa mente e seus infinitos instrumentos de lógica, lançarmo-nos numa busca duradoura na qual expandimos o âmbito de nossa razão, aprendendo tanto a consumar seu poder quanto a reconhecer suas limitações.

Portanto, fé e razão formam uma poderosa dinâmica. Reconhecemos que a fé não é uma mera muleta para o ignorante; ela pode nos conduzir a um lugar de que mesmo a mente mais refinada não pode aproximar-se. Para ficar claro, existem dois tipos de fé – a fé cega, imatura, de uma criança, que precisa ser orientada pelos outros; e a fé madura de alguém que percorreu um longo caminho com sua mente e seu coração, finalmente alcançando um limiar que só pode ser atravessado com um salto de fé.

Certa vez, dois jovens visitaram uma pequena cidade da Rússia, em pleno inverno. Tentaram achar o banho ritual e souberam que era ao pé de escarpada colina. Mas o caminho para o banho era ladeira abaixo, disseram-lhes, e ficava tão perigoso e escorregadio no inverno que ninguém o usava - ninguém, não, um homem muito especial  ia lá, todos os dias.

Na manhã seguinte céticos, os jovens resolveram seguir o homem, que , para surpresa de ambos, era muito fraco e velho. Com certeza, pensaram eles, talvez não consiga descer a ladeira. Mas desceu, seguro, a montanha cheia de gelo, enquanto os jovens, tentando segui-lo, escorregavam e caiam. Estupefatos, viram quando o velho entrou na casa de banho.

Depois, respeitosos, perguntaram-lhe como descera a colina.

-Quando alguém está ligado lá em cima - respondeu ele, tranquilo -, não cai aqui em baixo.

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